quarta-feira, 4 de novembro de 2015

MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS

MEDITAÇÕES DIÁRIAS de 1º a 15 de Novembro de 2015

1 de Novembro
         Alguns homens são tão dependentes de relacionamento quanto qualquer mulher pode ser, e seus sentimentos e comportamentos resultam nos mesmos tipos de experiência e dinâmicas da infância. Entretanto, a maioria dos homens que sofreram na infância tenta proteger-se e evitar a dor por meio de buscas que são mais externas do que internas, mais impessoais do que pessoais. Os homens costumam direcionar as obsessões para trabalho, os esportes ou hobbies, ao passo que as mulheres não. Em vez disso, elas tendem a concentrar intensamente suas obsessões num relacionamento -talvez exatamente com um desses homens sofridos e distantes.

2 de Novembro
         Todas tendemos a negar aquilo que é muito doloroso ou ameaçador para ser aceito.

3 de Novembro
         Uma das ironias da vida é que nós, mulheres, somos capazes de reagir com tanta simpatia e compreensão ao sofrimento a vida de outra pessoa, e ao mesmo tempo permanecer tão cegas à (e pela) dor em nossa própria vida.

4 de Novembro
         Desvie sua atenção afetuosa para longe de sua obsessão por um homem e a direcione para sua própria vida.

5 de Novembro
         Amar demais é um modelo de comportamento aprendido cedo e praticado habilmente, e desistir dela será assustador, ameaçador e constantemente desafiador.

6 de Novembro
         Nosso corpo físico não pode mentir. Conseqüentemente é um importante indicador do que realmente sentimos. No entanto, para algumas de nós, sentirmo-nos incomodadas é um estado ao qual estamos acostumadas há tanto tempo que nem se quer percebemos, até que começamos a nos recuperar e passamos a viver sem sentir um nó no estômago.
         Uma vez que nós tenhamos recuperado e possamos sentir a diferença, é menos provável que façamos coisas e vivamos maneiras que faça esse nó voltar.

7 de Novembro
         Amar demais não significa amar muito homens ou se apaixonar com muita freqüência ou ter por outra pessoa um amor autêntico muito profundo. Significa, na verdade, está obcecada por um homem e chamar isso de amor.

8 de Novembro
         O que todos os relacionamentos doentios têm em comum é a incapacidade dos parceiros de discutir os problema originais. Podem haver outros problemas que sejam discutidos, freqüentemente a exaustão, mas esses quase sempre encobrem os desejos subjacentes que levam o relacionamento se desgastar. É o grau de sigilo -a incapacidade de conversar sobre esses problemas originais e não o rigor deles- que define como um relacionamento se desgasta e como seus membros são severamente afetados.

9 de Novembro
O fato de que os homens mais atraentes para nós são aqueles que parecem carentes faz sentido se entendemos o desejo de sermos amadas e ajudadas como a origem de nossa atração.

10 de Novembro
         Se algum dos seus esforços em benefício dele incluem:
·          comprar roupas para que ele melhore de aparência;
·          encontrar um terapeuta e implorar que ele o veja;
·          financiar hobbies caros para ajudá-lo a utilizar melhor o tempo;
·          passar por dilacerantes mudanças geográficas porque 'ele não está feliz aqui';
·          dar-lhe a metade de suas propriedades e posses ou todas elas para ele não se sentir inferior a você;
·          garantir-lhe um lugar para viver de forma que possa sentir-se seguro;
·          permitir que abuse de você porque 'porque ele nunca pôde exprimir seus sentimentos antes'; ou
·          encontrar um trabalho para ele,
         você está indiscutivelmente amando demais.

11 de Novembro
         Se ao nos relacionássemos com homens que fossem tudo o que queríamos, para que eles precisariam de nós? Todo esse talento ( e compulsão) para ajudar não teria como expandir-se. Uma parte importante de nossa identidade estaria sem função. Então escolhemos homens que não são como queremos – e continuamos a sonhar.
12 de Novembro
         Relacionamentos verdadeiramente doentios são, para nós, como drogas pesadas. Os dramáticos momentos de prazer e depressão criam igualmente poderosas distrações para nossas próprias vidas e sentimentos. Sem um homem assim no qual nos concentrarmos, entramos num estado de abstinência, freqüentemente com muito dos sintomas físicos e emocionais que acompanham um verdadeira abstinência de drogas: náusea, suor, calafrios, tremedeiras, desassossego, pensamento obsessivo, depressão, insônia, pânico e ataques de ansiedade. Num esforço para abandonar esses sintomas, voltamos para os parceiros anteriores ou buscamos desesperadamente um novo parceiro.

13 de Novembro
         Todas as mulheres quem amam demais carregam a provisão emocional de experiências que pode levá-las a usar substâncias que alterem o estado de consciência a fim de escapar de seus sentimentos. E filhos de dependentes químicos tendem igualmente a herdar uma predisposição genética para o uso de tais substâncias.
         Qualquer dependência química deve ser tratada primeiramente, antes de abordar a dependência de relacionamento, pois o uso de substâncias que alterem o estado de consciência torna impossível a abstinência de outros comportamentos dependentes, inclusive todas as nossas variedades favoritas de amar demais.

14 de Novembro
         Quando você desculpa a rabugice, o mau humor, a indiferença e as descortesias dele como sendo problemas causados por uma infância infeliz e tenta torna-se a terapeuta dele, você está amando demais.

15 de Novembro

         Achamos o homem instável excitante, o inseguro desafiador, o imprevisível romântico, o imaturo charmoso, o mal-humorado misterioso. O homem irritado precisa de nossa compreensão. O infeliz de nosso consolo. O inadequado de nosso encorajamento e o frio de nosso calor. Mas somos incapaz de 'consertar' o homem que está bom do jeito que está.

Fonte : Livro Meditações para Mulheres que Amam Demais- Robin Norwood

Nenhum comentário:

Postar um comentário