segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Meditações Diárias de 16 a 31 de janeiro de 2015


 16 de Janeiro
         Nenhuma área é tão 'escorregadia' para mulheres quanto a dos relacionamentos. A maior parte das mulheres alcoólatras que voltam a beber o faz por causa dos homens.

17 de Janeiro
         Podemos amar demais também os filhos. Quando os pais exageram no cuidado com um filho, este é sobrecarregado pela responsabilidade do bem-estar deles.

18 de Janeiro
         Às vezes sofremos quando as pessoas se vão, ou as condições mudam, ou perdemos coisas das quais não nos desfaríamos espontaneamente, porque ainda não conseguimos ver o bem maior que está para nos acontecer.

19 de Janeiro.
         Uma das tarefas mais difíceis que se tem de enfrentar na recuperação é aprender a não dizer nem fazer nada. Quando a vida do outro está incontrolável, quando tudo em você quer assumir o comando, aconselhá-lo e encorajá-lo, a fim de manipular como puder a situação, você deve aprender a ficar quieta, respeitá-lo o suficiente para permitir que lute sozinho, sem você. Sua missão encontra-se no fato de encarar os próprios medos relacionados ao que pode acontecer a ele e ao relacionamento entre vocês se desistir de controlar tudo — e então começar a trabalhar na eliminação dos medos, em vez de manipular o parceiro.

20 de Janeiro.
         Alguns relacionamentos extremamente dependentes entre parceiros do mesmo sexo.

21 de Janeiro
         Como mulheres que amam demais, podemos realmente apreciar nossos papéis coadjuvantes nos dramas e melodramas recorrentes que constituem nossa vida.
         Acreditar que tivemos a infância mais triste, ou o parceiro mais perigoso, ou a experiência mais perturbadora pode ser a maneira de nos sentirmos importantes e obtermos a atenção dos outros. Comparativamente, a recuperação pode parecer enfadonha.

22 de Janeiro
         Quando paramos de amar demais, os problemas de relacionamento não são automaticamente resolvidos; porém removemos um enorme obstáculo à administração de problemas normais de uma maneira mais saudável e produtiva.

23 de Janeiro
         Nosso objetivo principal deve ser proteger nossa serenidade e bem-estar, em vez de encontrar o homem certo. E somente então seremos capazes de escolher um companheiro que se interesse por nós de maneira saudável, porque, quanto mais curarmos nossas feridas e menos necessitarmos de um parceiro, mais seremos capazes de escolher alguém que não esteja tão ferido ou carente.

24 de Janeiro
         Nossas necessidades podem ser satisfeitas de várias formas se abrirmos mão da obstinação e auto-comiseração, e da idéia de que devemos extrair tudo que nos faz bem de uma fonte determinada, por exemplo, um homem.

25 de Janeiro
         Um dos aspectos básicos do amor excessivo é um tremenda dependência, freqüentemente disfarçada por uma força aparente.






26 de Janeiro
         Quando alguém que você ama está em dificuldade, pergunte a si mesma: “De quem é o problema?”
         Seu problema não que alguém que você ama está com dificuldade, mas seus sentimentos quando está observando esse alguém lutar. A menos que consiga abrir mão da necessidade de resolver a situação, pode ser que você precise parar de observá-lo.

27 de Janeiro
         Quando você começa a deixar de controlar os outros, sente-se como se estivesse caindo num abismo. Quando libera os outros, a sensação de estar fora de controle pode ser alarmante. Nesse caso, sua prática espiritual pode verdadeiramente ajudá-la, pois, em vez de cair no vazio, você pode passar o controle de si própria e daqueles quem ama para uma força superior.

28 de Janeiro
         Tendo em vista que os dependentes de relacionamento precisam se sentir necessários, podemos realmente sabotar o crescimento dos outros assumindo muita responsabilidade pelo mesmo.
         Lembre-se de que a vida do outro está nas mãos de Deus, exatamente como a sua.

29 de Janeiro
         A maior parte da insanidade e desespero que você experimenta vem diretamente da tentativa de dirigir e controlar o que você não consegue -ele e a vida dele. Pense sobre todas as tentativas que já fez: discursos intermináveis, súplicas, ameaças, subornos, talvez até violência. E lembre-se, também, como se sentiu após cada uma dessas tentativas fracassadas. Seu amor-próprio diminuiu, e você ficou mais ansiosa, desamparada e cheia de raiva. O único modo de sair dessa é deixar tudo isso para lá, porque ele dificilmente mudará enquanto o pressionar. Mesmo que finalmente venha a ouvi-lo dizer que é por sua causa que ele está abandonado um certo comportamento, mais tarde você descobrirá que também é por sua causa que ele o está retomando.

30 de Janeiro
         Para muitas de nós, a chave da recuperação está em aprender a fazer o oposto do que sempre fizemos.

31 de Janeiro
         Aprenda a viver sem se concentrar num homem como sendo seu problema ou a solução do seu problema.

Do Livro Meditações para Mulheres que Amam Demais- Robin Norwood


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