sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Meditações Diárias de 1º a 15 de Janeiro de 2015

1 de Janeiro
         Quando amar significa sofrer, estamos amando demais.

2 de Janeiro
         O amor torna-se excessivo quando seu parceiro é inevitável, desinteressado ou indisponível, e ainda assim você não consegue desistir dele --- na verdade, você o quer, você precisa ainda mais dele.

3 de Janeiro
         Pode acontecer de as pessoas fazerem uma ou duas escolhas insensatas na vida amorosa, mas também pode acontecer de sofrerem da dependência de relacionamento.

4 de Janeiro
         Sempre que tentamos impor uma solução para o problema dos outros, estamos amando demais.

5 de Janeiro
         Para nós, mulheres que amam demais, o amor, a atenção e aprovação não contam se não somos capazes de obtê-los de homens que, por causa dos próprios problemas e preocupações, são incapazes de da-los prontamente.

6 de Janeiro
         Como as pessoas que comem compulsivamente, nós que amamos demais devemos aprender a fazer de uma maneira saudável e equilibrada o que antes fazíamos obsessivamente. Já que comer e se relacionar são aspectos necessários da vida normal, não há uma definição precisa de comportamentos para a moderação.
         A recuperação, portanto, não é uma questão exata, mas sim comparativa, relacionada a nossa condição e comportamento anteriores.

7 de Janeiro
         Para começar, devemos estar dispostas a utilizar a energia e o esforço que anteriormente dedicávamos à tentativa de mudar alguém para mudarmos a nós mesmas.

8 de Janeiro
         Você precisa recupera-se de um amor excessivo por conta própria, mas, quando parar de sofrer, a recuperação pode ser tão emocionante que as pessoas a sua volta podem começar a se recuperar.
         A recuperação pode ser tão contagioso quanto a dependência e co-dependência.

9 de Janeiro
         Se quisermos parar de amar demais, primeiro devemos mudar o modo de agir, depois o modo de pensar e, finalmente, o de sentir. Se esperarmos até nos sentimos diferentes antes de nos comportarmos diferentemente, nunca mudaremos, nunca nos recuperaremos.

10 de Janeiro
         Nenhuma de nós inventa uma nova variedade de segredos ou perdas terríveis. Os segredos que guardamos nos impedem  de nos recuperarmos.

11 de Janeiro
         É um ato de irresponsável comodismo citar histórias da infância como desculpas para quaisquer de nossos comportamentos, atitudes e atributo atuais que não são nada saudáveis.
         As circunstâncias difíceis e os resultados infelizes desses períodos da infância nos oferecem pistas para termos condições, nesta vida, de experimentar, superar, entender e perdoar.

12 de Janeiro
         A dor é o nosso mais sábio mestre batendo a nossa porta.

13 de Janeiro
         Você não pode recorrer a auto-ajuda enquanto o eu interior ainda estiver sofrendo.
         É necessária uma ajuda espiritual em vez de auto-ajuda, uma invocação da vontade de Deus em vez da dua indulgência da vontade própria.

14 de Janeiro
         Ninguém pode nos salvar-nos do trabalho que nossa alma quer que façamos. Os problemas começam quando tentamos evitar ou adiar esse trabalho.

15 de Janeiro
         Aprendemos enquanto criança que ao fazermos nossas preces demonstramos devoção a Deus -e, se Ele se convencer de nossa sinceridade, nossos pedidos podem ser atendidos.
         Apesar de toda a sofisticação adulta, quando rezamos, ainda o fazemos com a mesma atitude latente.
         Mas a prece não é um meio de apaziguar Deus, permanecer na sua graça de modo a conseguir o que queremos. Uma força superior não precisa de nossas preces, não fica zangada ou decepcionada se não a fizermos. Não somos obrigada a rezar. A escolha é inteiramente nossa.
         Quando rezamos nos harmonizamos com um mor mais profundo, uma sabedoria, compreensão e orientação muito maiores do que nossa personalidade pode gerar.

         Quando rezamos nos dispomos a receber ajuda de uma força superior que pode fazer por nós o que não somos capazes de fazer sozinha.

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